A medicina da floresta: saberes ancestrais indígenas.
AUTORA
Prof: Camila Biranoski
24 alunos.
5º Ano B
Os alunos do 5º ano B da Escola Municipal João Paulo II mergulharam em uma experiência única e enriquecedora recentemente. Através do projeto intitulado "A Medicina da Floresta: Saberes Ancestrais Indígenas", a sala de aula se transformou em um espaço de conexão com a natureza e com a história dos povos originários.
Uma Experiência Sensorial e Prática
Diferente de uma aula teórica convencional, os estudantes tiveram a oportunidade de vivenciar o conhecimento. A atividade foi marcada pelo contato direto:
Olfato e Tato: Os alunos puderam cheirar e tocar diversas espécies de plantas, aprendendo a identificá-las por suas texturas e aromas característicos.
Curiosidade em Pauta: Durante a dinâmica, surgiram diversas dúvidas sobre o poder de cura de cada planta, permitindo que as crianças compreendessem como a ciência e a tradição caminham juntas.
Construindo Conhecimento
Para consolidar o que aprenderam, a turma colocou a mão na massa na criação de plaquinhas explicativas. Cada planta recebeu uma identificação contendo seu nome e sua principal função terapêutica, transformando o espaço em uma verdadeira exposição botânica educativa.
"Foi uma oficina verde e viva, onde o respeito à natureza e a valorização da cultura indígena foram os protagonistas."
Essa iniciativa não apenas ensinou sobre botânica e saúde, mas também despertou nos alunos um olhar mais atento e respeitoso para a biodiversidade e para o legado deixado pelos nossos ancestrais.
24 alunos.
5º Ano B
Os alunos do 5º ano B da Escola Municipal João Paulo II mergulharam em uma experiência única e enriquecedora recentemente. Através do projeto intitulado "A Medicina da Floresta: Saberes Ancestrais Indígenas", a sala de aula se transformou em um espaço de conexão com a natureza e com a história dos povos originários.
Uma Experiência Sensorial e Prática
Diferente de uma aula teórica convencional, os estudantes tiveram a oportunidade de vivenciar o conhecimento. A atividade foi marcada pelo contato direto:
Olfato e Tato: Os alunos puderam cheirar e tocar diversas espécies de plantas, aprendendo a identificá-las por suas texturas e aromas característicos.
Curiosidade em Pauta: Durante a dinâmica, surgiram diversas dúvidas sobre o poder de cura de cada planta, permitindo que as crianças compreendessem como a ciência e a tradição caminham juntas.
Construindo Conhecimento
Para consolidar o que aprenderam, a turma colocou a mão na massa na criação de plaquinhas explicativas. Cada planta recebeu uma identificação contendo seu nome e sua principal função terapêutica, transformando o espaço em uma verdadeira exposição botânica educativa.
"Foi uma oficina verde e viva, onde o respeito à natureza e a valorização da cultura indígena foram os protagonistas."
Essa iniciativa não apenas ensinou sobre botânica e saúde, mas também despertou nos alunos um olhar mais atento e respeitoso para a biodiversidade e para o legado deixado pelos nossos ancestrais.
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